Quem é o Político mais odiado do Brasil



Três inquéritos correm em Curitiba. Uma denúncia e outros dois inquéritos ainda tramitam em Brasília

• Em Curitiba

– Inquérito sobre obras de empreiteiras no sítio em Atibaia (SP) usado pelo ex-presidente.

– Inquérito a respeito do tríplex do Guarujá (SP), reformado supostamente a pedido de Lula.

– Inquérito sobre pagamentos à empresa LILS Palestras, que Lula abriu ao deixar governo

• Em Brasília

– Denúncia a Lula, Deicídio do Amaral e André Esteves por repasses a Nestor Cerveró para evitar delação.

– Inquérito a Lula e mais de 40 investigados pelos crimes na Petrobras.

– Inquérito que apura obstrução da Justiça por Lula e Dilma. Mira nomeação do petista à Casa Civil e de ministro corrompido ao STJ*                        
[18:21, 18/6/2017] Militar Ope: Parte 2 do Temer                        
[18:21, 18/6/2017] Militar Ope: Redação Pragmatismo
Redação Pragmatismo
Editor(a)
MICHEL TEMER20/MAY/2016 ÀS 10:43
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O que há contra Michel Temer na Justiça?
O que há na Justiça contra Michel Temer? Reportagem checou processos, investigações e acusações que envolvem a figura do presidente interino; além de citações na Lava Jato, peemedebista é ficha suja e tem processo de impeachment pendente na Câmara

Michel Temer corrupção justiça
(Imagem: Michel Temer, presidente interino)
Anna Beatriz Anjos e Bruno Fonseca, Agência Pública
Na última quinta-feira (12/05), Michel Temer assumiu interinamente a presidência da República, após a presidente constitucional Dilma Rousseff ter sido temporariamente afastada do cargo pelo plenário do Senado em sessão que durou mais de 20 horas.
A Agência Pública apurou os processos, investigações e acusações, antigos e atuais, que envolvem a figura do peemedebista.
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Na operação Lava Jato, Temer foi citado em quatro situações. Durante delação premiada em fevereiro deste ano, o ex-senador Delcídio do Amaral declarou que o ex-presidente do PMDB era “padrinho” de João Augusto Henriques, ex-diretor da BR Distribuidora e envolvido em caso de aquisição ilícita de etanol por meio da subsidiária da Petrobras. Henriques foi condenado pela Lava Jato. Segundo Delcídio, Temer também chancelou a indicação de Jorge Zelada, outro condenado pela operação, à Diretoria Internacional da estatal. O presidente-interino nega as acusações.
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Também em delação, dessa vez à Procuradoria-Geral da República, Júlio Camargo, ex-representante das empresas Toyo Setal e Samsung, disse que o lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano, era conhecido por representar o PMDB, o que incluiria Eduardo Cunha, Renan Calheiros e Temer. Este afirma não conhecer nem Soares, nem Camargo, e classifica as informações como “inteiramente falsas”.
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Em 2014, o nome de Temer foi mencionado em troca de mensagens entre o dono da construtora OAS, Léo Pinheiro, e Eduardo Cunha. O presidente afastado da Câmara dos Deputados reclamou que Pinheiro havia pago R$ 5 milhões a Temer e atrasado o repasse a outros peemedebistas. A conversa estava armazenada no celular do empresário, apreendido em 2014, segundo a Folha de S. Paulo. O presidente interino nega ter recebido qualquer valor de origem ilícita da OAS.
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Por último, planilhas da Camargo Corrêa apreendidas pela Polícia Federal também em 2014 trazem o nome de Temer ao lado de quantias e obras de infraestrutura cotadas em dólares nos municípios de Araçatuba e Praia Grande, em São Paulo. O peemedebista alega não ter vínculos com a empreiteira.                        

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