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Professor dá aula de sexo para menor de 9 anos e fotos explícitas são reveladas

Professor dá aula de sexo para menor de 9 anos e fotos explícitas são reveladas

Um professor, que não identificaremos o nome por questões judiciais, acabou sendo preso em flagrante em uma escola pública de Abreu e Lima, na Grande Recife, capital do estado de Pernambuco, após ser acusado de algo muito grave. O docente, que por motivos didáticos chamaremos de 'Mário' (nome científico) foi preso nesta segunda-feira, 20. O motivo da prisão é que ele enviava fotos nuas para um dos seus estudantes. O garoto, que era bastante aplicado, tem nove anos de idade. Além das fotos explícitas, em que se mostrava nu e com o pênis ereto, o professor grava vídeos em que mostrava atos sexuais para o menino.
O menor somente saiu dessa graças à sua mãe. Ela foi à escola e nProfessor envia nudes para aluno de 9 anos - Googleotou que o carinho do professor por seu filho, que não teve a identidade revelada por ser menor de idade, era muito maior que o normal e esperada. Temendo o pior e agindo como os especialistas mandam, a mãe ficou de olho em tudo o que o filho fazia. Em determinado dia, o garoto deixou o aparelho telefônico em casa e sua mãe não teve dúvidas. Ela decidiu olhar aplicativos de mensagens e descobriu, através de conversas do WhatsApp, que o professor tinha conversas sexuais com uma criança tão pequena. O hábito no Brasil pode ser considerado o #Crime de pedofilia.
Em uma das conversas flagradas pelo aplicativo, a mãe descobriu que o professor dizia a seu filho que ele tinha uma boca muito linda e que com ela dava para fazer muita coisa. O professor não chega a ser específico no que queria fazer com a boca da criança, mas enviou diversas fotos de seu órgão genital. "Ele queria o que com meu filho?", questionou a mãe em entrevista ao site 'TV Jornal', vinculado ao portal de notícias UOL. A mãe da criança acredita que o professor pudesse estar tendo a mesma conduta com outras crianças da escola.
Já a polícia, que continua investigando o caso, diz que professor mantinha contato telefônico - através das mensagens no aplicativo - há uma semana com o aluno. O professor continua preso, mas nega o crime de pedofilia.

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