Macabro: jovem mata amigo, faz selfie com cadáver e 'castigo chega rápido'

Crimes bárbaros acontecem todos os dias, mas alguns, em especial, acabam chamando a atenção da imprensa, repercutindo no Brasil e no mundo. Há algumas décadas, quando as câmeras de vigilância surgiram, tornou-se comum registros criminosos ganharem o noticiário. Logo, o que era um luxo de segurança passou a ser comum na vida de todo mundo. Hoje, por conta dos celulares, a maioria das pessoas de uma cidade, por exemplo, tem um aparelho celular. Alguns sequer sabem viver sem os dispositivos móveis, tamanho o vício que isso provocou em suas vidas.
A questão é que muita gente perdeu a noção dos limites do mundo online. O que acontece na vida virtual também reflete na real, incluindo aí, é claro, as ações criminosas. Tornou-se comum, por exemplo, crimes frios e cruéis serem transmitidos, ao vivo, ou gravados em vídeo. No ano passado, por exemplo, uma garota de 16 anos, no Rio de Janeiro, acabou sendo estuprada por um grupo de homens. A menina chegou a dizer que o abuso coletivo foi realizado por mais de trinta rapazes. Alguns chegaram a ser presos, já ela entrou no programa de proteção à vítima.
Crime contra a menina do Rio tornou-se conhecido porque vídeos e fotos do abuso sexual foram postados na internet. Ação parecida aconteceu contra o jovem Maxwell Morton. Ao dezoito anos, ele convive com um problema e uma culpa em sua vida, ter matado um amigo. Morton é acusado de assassinar outro jovem, de nome Ryan Magan. A prova do crime, segundo os investigadores, foi uma selfie macabra feita pelo rapaz. Após dar um tiro de arma de fogo em Ryan, Maxwel enrolou o corpo do amigo em uma espécie de cobertor, deitou o cadáver em cima dele e fez a foto, que rapidamente seria muito compartilhada nas redes sociais.
Em depoimento, no entanto, Morton negou tudo e disse que a morte foi acidental. A perícia revelou que a morte do amigo do acusado, no entanto, apenas aconteceu porque ele não foi socorrido. Magan tinha dezesseis anos quando foi morto. O crime aconteceu em 2015, mas voltou a repercutir, pois, na última semana, o castigo do assassino apareceu. A Justiça decidiu que a sentença de Maxwell será dada em maio deste ano. Enquanto isso, ele está preso.