As imagens impressionantes da onda de violência no Espírito Santo

O Espírito Santo pediu ajuda ao governo federal e ao Exército para tentar conter a onda de violência que se espalha pelo estado, sobretudo na região de Vitória.
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Saques no comércio, ônibus incendiados, roubos e 52 homicídios entre a sexta-feira e a manhã desta segunda (6) dispararam uma espécie de toque de recolher na capital.

Escolas e postos de saúde foram fechados. De dentro de casa, os moradores mostra o caos na rua.

E, com os ônibus queimados, o sindicato dos motoristas suspenderá o trabalho às 16h.

Diante dos quartéis, famílias e amigos de policiais militares fazem piquetes para que os PMs não saiam às ruas. Há pelo menos três anos eles não recebem nem a reposição da inflação nos salários. É um efetivo de pelo menos dez mil homens e 2.342 policiais civis.

Nas ruas, as câmeras de segurança registram a barbárie.

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No IML, os corpos se amontoam pelos corredores. Segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (SindPol), Jorge Emílio Leal: foram 52 assassinatos entre a sexta-feira e as 12h de hoje. A média de janeiro, segundo ele, foi de dois homicídios por dia.
Divulgação/SindPol

A lista da polícia mostra que entre 0h20 e 9h32 de hoje foram mortas 27 pessoas.

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Divulgação/SindPol

A violência tomou conta das ruas e não tem polícia.

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E na internet, as pessoas se manifestam pedindo socorro para o estado com duas hashtags: #ESpedesocorro #PrayForES.

Segundo o SindPol, há todo tipo de registro de mortes, desde assassinatos em assaltos a chacinas e homicídios duplos.

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Nas ruas, alguns bandidos anunciaram toques de recolher.

Fonte: Redação  - BOLETIM DE OCORRENCIA

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