Amiga entrega menor para estuprador e transmite tudo na internet

A superexposição na internet é um assunto preocupante, principalmente para os jovens que fazem de tudo para ganharem cliques e fama em redes sociais. Essa exibição exagerada pode trazer sérios problemas para quem acaba cometendo crimes pela internet.Marina e Rayan agiram juntos para estuprar uma jovem
Essas pessoas utilizam as redes sociais como provas evidências de crimes cometidos e compartilhados através de aplicativos e sites. Vários crimes já foram compartilhados com todo o mundo, através de transmissões ao vivo realizadas por usuários. Após a popularização desse recurso, muitos crimes já foram transmitidos tanto pelos bandidos, quanto pelas vítimas, que conseguem registrar uma prova essencial para punir o criminoso.
Muitos questionam o que levam as pessoas a exibirem crimes pela internet, já que é praticamente impossível não ser descoberto a identidade de usuários de redes sociais que permitem transmissões ao vivo. Além das imagens que ajudam a identificar os criminosos, todos os dados contidos na conta que realizou a transmissão são utilizados na investigação, fazendo com que a prisão dos criminosos seja uma questão de tempo.
Como foi o caso bárbaro de uma menor de idade que foi estuprada por um homem e teve tudo transmitido através do Periscope. A adolescente foi alvo de uma armadilha feita por sua amiga e o estuprador. A menina estava alcoolizada, e sua amiga, Marina Lonina utilizou sua conta no aplicativo para transmitir o vídeo.
Segundo a vítima, as duas conheceram o estuprador um dia antes do crime, e decidiram ir para casa de Raymon Gates, de 29 anos. O homem atacou a jovem em seu apartamento e tudo foi compartilhado através do Periscope, um aplicativo de transmissão ao vivo.
O que mais chocou a menina estuprada foi a reação de sua amiga, que em nenhum momento resolveu ajudar a garota. Marina continuou filmando o estupro e acabou sendo condenada junto com Raymon, após armar tudo com o estuprador.
#Crime aconteceu em fevereiro de 2016, e os criminosos foram condenados há 40 anos de prisão por terem agido em comum acordo. Mas, após um acordo com a justiça, Raymon e Marina tiveram sua sentença reduzida há apenas noventa dias de reclusão.
 #Polícia

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